2009 Florida, EUA. 
De novo, os canais no dia a dia. 
As mansoes com seus barcos prontos para os passeios ou pescarias. 
Nao tem como nao achar bonito ate porque tudo e mantido sempre bonito...
Nas ruas, seguem todo tipo de carro. 
Caminhonetes ainda, apesar da crise. Mas ha um aumento visivel de menores e carros considerados mais economicos. No entanto, nao imagine menos carro rodando. Bicicleta, patins, skate, moto ajudam mas nao resolvem o dia a dia. O conceito de carro sai do conceito status, que existe no Brasil. Carro e a maneira de chegar aonde sera preciso estar. O americano so parou de trocar de carro a cada dois anos por isso as montadoras estao como estao mas nos jardins das casas, seguem estacionados um carro para cada cidadao habilitado... Ha onibus de linha, metros elevados na regiao de Miami e trens. Se tua rota for em linha reta, ajudam. O preco do combustivel esta variando entre 2.19 e 2.50 dolares o galao, nas 3 opcoes de qualidade que possuem disponivel, em qualquer posto. Sustos favoraveis na hora de abastecer, acontecem frequentemente: aqui o preco cai quando o preco do barril, na cotacao internacional, tambem cai. Incrivel neh??? 
Morar bem e bonito, realidade para muiiiiiiiiiiitos. Condomios fechados mantidos pelas firmas de administracao ( com latinos pururucando em todo tipo de trabalho externo ), que inclusive cuidam dos jardins ( e flores e arbustos e detalhes de composicao visual ) como das pinturas externas das residencias. Ficam todas iguais por fora, padronizando a aparencia. Variam de tamanho e divisao internamente, mas neste condominio, por exemplo, todas tem um canal nos fundos de cada propriedade. Se no alto verao os mosquitos permitirem, mais um espaco certo para o relax. Ate aonde circulei neste tipo de casa, chama a atencao tambem como decoram de forma similar umas as outras. Certamente ha no minimo uma peca de mobiliario ou decoracao em comum em todas elas... As proprias lojas de * furniture * parecem padrao, inclusive as de elite. Sobra bom gosto no visual mas do acabamento que conhecemos em nosso mobiliario brasileiro, pouco se encontra aqui. Mesmo porque nao e aonde esta o foco do americano, com relacao aos utensilios. Eles precisam e muito sao dos moveis e organizadores para terem em ordem os produtos de consumo. Espaco e algo que vale ouro porque de fato, tentam organizar a montoeira de objetos de consumo numa casa que nao cresce na mesma proporcao... E encontraram ideias realmente sensacionais, acreditem. Prateleiras plasticas, gavetas avulsas, dobraveis, cabides triplos, sacos plasticos com bombas que tiram o ar pra diminuir volume, estantes em todas as dimensoes que com um * cleque* estao montadas. Nossa, uma variedade imensuravel. Moral: em cada canto dentro de um armario havera algo a ampliar aquele espaco. Mas, com tudo isto, nao espere nunca encontrar a tal ordem desejada. Eu, pelo menos, ainda tenho esperanca mas, sei que sou meio otimista demais...
Quase um milhao de dolares valem as de 3 quartos.Todas de dois pisos. Tinham um valor bem mais alto antes da crise. 
Ja para uma outra grande maioria americana, os mercados ao ar livre ( em areas estabelecidas ) a decoracao ou qualquer produto, pode ser encontrado. 
Com paciencia, grandes barganhas. Usados, muito usados, semi novos, de tudo. O Swap Shop de Fort Lauderdale e um formigueiro aquecido principalmente aos finais de semana mas tambem foi mais everfescente ha 2 anos atras. Aumentaram as barracas e diminuiram os interessados... 
Ja os Yard ( ou Garage ou Moving ) Sales prosperaram. Nas frentes de cada propriedade ou em suas garagens, aos sabados e um programa imperdivel. Apesar de usados a preco barato, a barganha ainda existe e e aceita. Comprei um radio relogio com toca cd por 5 dolares ( estavam pedindo 10...) e acompanhou o manual. Em cada bairro, facilmente serao encontradas 5 ou mais plaquinhas sinalizando como chegar no proximo yard. Nao se paga taxa ou imposto para fazer. As razoes sao das mais variadas ( mudanca de cidade, limpar a casa, faturar uns trocos ) e o unico compromisso e permanecer atento no horario estabelecido. 
Bem, explicar o que era e como era expliquei mas quando a namorada do Caique presenciou, a euforia foi outra. 
Quantas trancas realmente nao temos em nossas casas brasileiras que nao poderiam alegrar os sabados e tornarem-se graninha extra para os bolsos? Seria apenas mudar o conceito que isto e coisa de pobre... ( e assumir que de fato podemos ser ). Caindo de novo no dia a dia... Ja sabiamos da outra vez que estivemos por aqui, da diferenca que o americano aplica, de fato, na convivencia com os animais de estimacao e leia-se caes e gatos. Resulta que moram todos no mesmo espaco ou seja, dentro de suas casas, dividindo sofas e camas e tambem, o ar fresco condicionado, ligado 24 horas. Aos finais de semana os caes recebem os mesmo tratamento *vip*. Parques para eles! Daria para imaginar muitos caes juntos e a confusao por isso criada, ate pela propria placa na entrada no parque... ...Portanto, coleira ( que e obrigatoria em qualquer local fora de casa ) ate o minuto final. 
Mas os bichinhos ficam euforicos pelo cheiro da agua e nao pelos da mesma especie... E como NAO ha salva vidas para eles, cada dono que fique atento. ( Me pergunto aqui se deveriamos esperar por salva vidas para eles ? E acho a resposta: nos, brasukas, com certeza nao mas americano acostumado, e melhor ser avisado previamente heheheheh ) Ja na area do lago, sem coleiras ou amarras, vira festa e interacao total. Donos sem medo de outros caes, caes sem nem notar outros donos.
Bolinhas para todos os lados, sem donos especificos. Labradores, boxes, caes grandes, pequenos, machos e femeas. Calor, espaco e agua!!!!! 
Se nao for posto limite, fica o dia inteiro. Mas chega uma hora que mais um pouco, certamente tera um colapso! Por hoje, chega. - Pra casa Pandorica e caramba, vai deixar O cheirao no carro ! (-Da nada: com o calor ja seca e o cheiro dispersa.)
O preco do parque e de 1 dolar por pessoa. Aberto todos os dias do ano. Das 8 as 19 h . Com a chegada do verao, podem ter certeza que Pandora estara por la pelo menos uma vez na semana, para nadar. E a gente aproveita para comer tudo o que conseguir, de Pitanga. Esta cheio delas, amadurecendo, ao ponto. Por aqui, fora os passaros, ninguem come... Outra opcao e o mar. Em breve descobrirei qual e exatamente a praia mais proxima permitida para caes e as normas para o uso. *************************************************** Boca Grande, ja ouviu falar? Fora as nossas, me refiro a cidade com este nome... Pois entao, tambem nao tinhamos ideia e nos surpreendemos com esta cidadezinha balnearia e turistica por excelencia, banhada pelas aguas do Golfo do Mexico, aqui nos EUA. E este nome nao e traduzido: de fato e assim mesmo. Fica a 200 milhas, por terra, de Fort Lauderdale FLORIDA, sentido oeste e vira um passeio maravilhoso porque as estradas facilitam tudo. Pedagiada, a rodovia e uma linha reta de leste a oeste, velocidade permitida de 70 milhas por hora. Sem curvas nem sobes e desces, carros e motos deslizam sob o sol escaldante destes meses de verao. ( O ponto vermelho, a esquerda) 







Arborizada, limpa, com varios hoteis e resortes, aguas translucidas como ja vista la no Caribe, com ilhas de areia. Marinas e mais marinas, barcos para alugar e passear, ou para pescar. E diga-se de passagem, pontao de pesca. Vi muitos barcos voltando, ao entardecer, abastecidos de belos peixes. Nao gostaria de estar por ali com a possibilidade real de um furacao se aproximando, mas sobram muitos outros meses do ano para desfrutar. Turistas passeando discretos, lojas com souvenirs mas sem agito das grandes e lotadas praias. Um ilha muito, muito bonita. Pensa-se na Florida como Miami ou Miami Beach. Estamos descobrindo que ha mais belezas menos famosas... ********************************************* Esta semana, na hora do almoco, sentados sob o ar condicionado de um restaurante com comida cubana ( boa e barata! ), presenciamos mais um acidente absolutamente corriqueiro, nos noticiarios da tv. Banal mesmo, de tanto que acontece. So que ha banalidades que nao da para entender, ne? 

A motorista, sobria, deve ter confundido acelerador com freio. Um minuto de bobeira deu nisso e por falta de maior velocidade, a parede nao caiu. A garconete nem estava preocupada e somente comentou que nao foi a primeira vez. Por sorte, nao havia ninguem na mesa encostada aquela especifica parede e janela. Em menos de 5 minutos, chegaram 3 viaturas de policia e dois caminhoes de bombeiros para atender o acidente. 911 funciona, e agil, vem preparados e em comboio. Mas ai, ja estavamos envolvidos com frijoles negros e etc etc Circulando de carro, ou de moto, a gente acabou se acostumando a achar os caminhos mais faceis de acesso. Tudo e muito sinalizado e justamente por isso, num primeiro momento, chega a ser excessivo e nao se sabe o que seguir: seja pelo nome, pelo numero, pela cor, pelas faixas no chao ou ainda pelo escrito no chao. Ja na rotina, entendemos o obvio: atende a todas as capacidades individuais. Para o daltonico, a cor pouco ajuda mas entao existem as outras opcoes... E por ai vai. Fato e que com o passar dos dias a dificuldade inicial vira uma facilidade tao excessiva que nao e a toa que enquanto se dirige, se bebe uma agua, da para fumar , falar ao celular e seguir em frente. E se o americano segue as leis, essa de estar ao telefone enquanto conduz seu carro, e uma grande excessao. 
Sinalizacao e sinalizacao. 
Dois motores 250 na popa...A galera gosta de potencia. 
Passando por tras de Miami. Aqui, muito carros como o do companheiro ali. Lugar onde basicamente so se fala espanhol e com uma periferia que sempre esta nos jornais locais com assaltos e pequenos roubos. E aonde se ve estabelecimentos comerciais com grades. 
Ja no sentido norte, o rush de sexta feira entre 5 e 7 horas da tarde. 
Se aqui a velocidade minima e de 45 milhas e a maxima 55, por hora, neste periodo desmorona. E sao 7 pistas... 
Ninguem com vidro aberto. Ar condicionado e obrigatorio. E paciencia. Apesar disto, a realidade urbana aqui e previsivel. Horarios mais lentos, horarios que tudo flui, a antecedencia de tempo para percorrer quantas milhas se tenha em mente. A tv e o radio relatam de 10 em 10 minutos os pontos com acidentes e te sugerem desvios. Com chuva, piora. Entao, saia antes ainda se tiver horario para chegar. Num trajeto de 45 milhas, cheguei a contar mais de 15 carros de policia em pontos estrategicos na free-way. Fora os descaracterizados, infiltrados no transito para pegar os mais afoitos. Isto evita quantidade de acidentes mas nao impende. E quando acontecem, nao sao nada simples. Portanto, ficar esperto mesmo e uma necessidade porque aqui, simplesmente se freia... Do nada, por nada. Mas faz sentido: trocar de faixa, sinalizando com o pisca, obriga o de tras a deixar entrar. Numa velocidade media de 60 milhas por hora, um errinho de calculo... 
Ja de moto, e outra estoria. Aqui esta servindo pra bagunca entre dois brasileiros. Que tal alguns videos??? Chegando em Trinidad ( final de 2004 ), problemas e problemas... Hoje, dia 16 de agosto de 2009, amanhecemos com o Weather Channel assim: http://www.weather.com/multimedia/videoplayer.html?from=email&bcpid=823425597&bclid=877032950&bctid=34073098001 E uma rotina olharmos a previsao do tempo, pelo periodo vivencia no mar.Mas tambem por estarmos em terra numa area de risco. Por um de nossos filhos estar nas Bahamas, tambem em area de risco. Porque temos amigos com seus veleiros, nas mesmas areas. E todo ano este periodo ( de JUNHO a NOVEMBRO ) se repete: furacoes e tempestades tropicais no Atlantico ( e claro, no Pacifico) e para quem comeca a botar o pe na estrada ( no mar ) isto e regra numero um: ficar ligado!! Neste momento, para alguns de nos, serve mais para recolher tapetes ou tenis pegando um ar *fresh* no jardim ja que o vento esta com *cara* de chuva. ........................................................ Debora segue embarcada e o barco em que trabalha tem se dividido entre EUA e Bahamas. Com a proximidade das costa americana, cerca de 70 milhas ( 130 quilometros mais ou menos ), Nassau ( a Capital) e o estilo luxuoso atraem os ricos de plantao para deleite de finais de semana, em seus mega iates. Fato e que fazem boa escolha. Qualquer canto das Bahamas e lindo. Pais Ingles composto por 29 ilhas, possue as famosas aguas rasas e transparentes, refletindo o brilho sol. Recantos, lugares de acesso somente pelo mar, paraisos. Velejadores americanos e amantes da pesca tem como rotina ir a estas ilhas inglesas. 


Marinas para os mega e para os de pesca. 
O O Hotel de Nassau e um de seus recantos. Aqui vem quem pode gastar no minimo, 1500 dolares por um pernoite. Alias, nada perto da despesa com qualquer mega iate na marina que pertence tambem ao Hotel ( e Cassino) ( e Spa) ( e Shopping) ( e point). O O VivvISAO DO cASS 
IN Ja o mar e para quem gosta dele e, de graca...O EM nASSAU . Aqui o Hotel Aqui 

Depois, em terra. 
Onde o dinheirinho autografado e deixado pelos visitantes... ( Dolares e a propria moeda das Bahamas: vale tudo.) Detalhe: e a unica * edificacao* deste lado de Barry Island. E claro, o point para as cervejinhas. 
Merece uma foto... 
Transparencias. 
Elas existem e a prova esta aqui. Este e Phill, namorado de Debora.  ...A razao de tantos barcos de pesca circulando por Bahamas... Poderia ter sido no ano passado, mas nao deu certo. Este ano, no entanto, depois de passados 4 anos sem estarmos presente , conseguimos todos estarmos juntos no dia 12 de outubro: aniversario do Caique. Foi otimo!!!!! s Mas agora, na eminencia de mais uma virada de ano, ja passado um Natal maravilhoso com toda a antiga tripulacao do Veleiro Luiza mais seus novos companheiros, nos resta ponderar que, se distinto dos ultimos, nao foi menos interessante nem menos vibrante o que esta acabando... Nao houve derramamento de sangue para levantar o * Ibope * desta nossa pagina. Nem para emocionar leitores que nos acompanham ou daqueles outros, em busca da continuidade de nossa aventura comecada anos atras e que ha um ano e dois meses acabou por ficar a deriva distante 350 milhas das Bahamas, depois de ter sido abalroado. Nossa casa, nosso barco, nosso veleiro, e o abrigo pras nossas esperancas nos primeiros anos quando nos lancamos ao mar, chamou-se Luiza, e la, naquela latitude, encerrou um periodo. Comoveu a todos da familia e aos muitos amigos que fomos fazendo mar afora e no relato de nossa estoria. Deixou-nos perplexos num primeiro momento, agradecidos depois pela perda ter sido apenas material. Condicao natural de um dia apos o outro, a vida voltou a seguir, rotineiramente, em terra. Apesar dos pesares, ja nao eramos mais os mesmos. Ja haviamos conquistado o direito de entender os nuances varios da vida apesar de tantas vezes ter sido diferente dos nosso desejos individuais. E se serviu como consolo, tambem e verdade que perder um barco foi alem de ter que deixa-lo po si so: implicou em mais uma das grandes escolhas que fomos obrigados a fazer e que nem sempre foram tao simples, ou obvias, ou comuns... Nem sempre a logistica consegue prever o imprevisivel . Cada um de nos deu continuidade em seus projetos mas em meados deste corrente ano, nos reencontramos num mesmo continente. Familia toda reunida de novo, com mais bagagem de vida nas costas e na continua batalha por um lugar ao sol. Carlos Henrique deu a sua propria virada e passou a capitanear. Noivou e optou por seguir em terra, como base, trabalhando no mar, como opcao. Debora seguiu embarcada em um iate privado, trabalhando como stewardes em parceria com o namorado engenheiro, da mesma embarcacao. Guilherme despediu-se da Espanha e voltou aos Estados Unidos, trabalhando tambem em barco bandeira estrangeira, como mate. Fernando e eu, base em terra. Trabalho na area nautica. Todos fomos nos especializando. O que nos era inconcebivel la no inicio, tornou-se realidade. Todos possuimos novas profissoes. Capitaes alguns mais o conhecimento hoje que mistura graxa com acetonas e envolve o mundo de motores, fibra, gel, mastreamento, parte eletrica, ar condicionado, equipamentos, manutencao externa e interna, de barcos. No que se refere ao atendimento a convidados, em barcos de charter, e de relacionamento entre tripulantes, que nao os da propria familia, abriu-se um novo mundo. Hotelaria flutuante. Curso intensivo de turismo * in loco*. Faculdade alguma poderia proporcionar todo o aprendizado nem uma pequena parcela do estagio feito desde 2003. Agora, seria apenas para ter o diploma mas todo o know-how de base foi vivido. Ninguem menospreza faculdade alguma, como a de Geografia em nivel superior, por exemplo. O que tivemos, no entanto, foi o estar la para depois associar ao mapa...Caminho inverso. Nem unicos a largar amarras do Brasi e de nossas rotineiras vidasl, nem primeiros a viajarem num veleiro, nem exclusivos nas descobertas, nem melhores que os demais. Cada um de nos e apenas especial para si mesmo pela coragem que teve em ir ao inves de ficar. 
Dia em Orlando. Sobrinho e irma do Brasil, conosco. 
Dia das Bruxas compartilhada em familia e amigos. 
Marinas na rotina. Megas. 
Outra especializacao pratica: barcos de pesca oceanica. 
Trabalho em interior. 
Limpar? Tambem! So podemos esperar que 2010 nos de as mesmas oportunidades que temos recebido ao longo dos ultimos anos e desejar que todos conquistem, ao seu modo, as suas. Um passinho adiante na melhoria de nossas acoes e principalmente, ir aprendendo nessa mescla de valores que encontramos no dia a dia, a identificar e preservar os verdadeiros. Conviver e nos alegrar com a aventura que ja e o fato de viver mas buscar tambem um pouco mais: e muito bom ter historias para contar mas certamente, melhor ainda e vive-las. Nos 5, a base dessa familia que hoje cresce, estivemos la. Em muitos lugares que nunca haviamos imaginado. Percorremos com nossos corpos espacos que somente com dedos normalmente pontilha-se em um mapa. Armazenamos em nossa mente todas as experiencias novas. Unimos as velhas. Desejamos outras... Otimo Ano de 2010 que chega!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! S G ( S( Sigo tentando arrumar a confusao q esta este site....paciencia...) PR dezembro de 2009 R Para o veRlejador P Deu
A rotina de ficar absolutamente anEtenado com o tempo e uma realidad PR R Para o veRlejador P Deu |